Cafeína – Um Poderoso Termogênico Natural
A resposta aos que não sabem que Café emagrece?Substância presente em vários produtos consumidos diariamente, como o guaraná, o mate, o chocolate, o café, alguns refrigerantes e chás, a cafeína é a droga estimulante mais ingerida do mundo, sendo considerada aceitável por ser utilizada há muito tempo e de forma ampla. Sua utilização por atletas, com a intenção de melhorar a performance, tem se tornado popular nas últimas décadas, devido aos estudos sobre seus efeitos ergogênicos.
Tema de diversos estudos na área esportiva, a cafeína parece produzir efeitos benéficos tanto em esforços nos exercícios mais curtos e de alta intensidade até os esforços submáximos. Entre os mecanismos que podem explicar a melhora da performance estão:
- *Efeito poupador das reservas de glicogênio (combustível energético limitante em exercícios de endurance) durante a atividade física, provavelmente por elevar as taxas de ácidos graxos livres no sangue.
- *Estímulo do sistema nervoso central, aumentando o estado de alerta, estimulando a circulação sanguínea e o funcionamento cardíaco.
- *Estímulo da contração muscular, melhorando o desempenho em exercícios de alta intensidade e curta duração.
- Seus efeitos ergogênicos sobre a performance aparecem em doses da ordem de 3 a 5mg/kg, 1 hora antes do exercício, e foram observados, notadamente, em exercícios de endurance (longa duração), força e potência. Esses efeitos se embasam na capacidade que a cafeína tem em facilitar a liberação de epinefrina, estimular a vasodilatação, a lipólise, a glicogenólise, e funciona como um broncodilatador. O aumento da lipólise pode resultar em “glicogen sparing”, ou seja, um efeito poupador do glicogênio levando o atleta a resistir maior tempo ao exercício prolongado. Como inibidor da enzima fosfodiesterase, a cafeína pode pontecializar a ação do AMPc, elemento importante para conversão das fosforilases e da lipase hormônio sensível em suas formas ativas. Facilita a mobilização do cálcio do retículo sarcoplasmático e aumenta a sensibilidade das miofibrilas e das subunidades da troponina C a esse íon. Atua como antagonista competitivo dos receptores para adenosina, um depressor do SNC. Pesquisas recentes tem se voltado para seus efeitos no SNC e sobre o desenvolvimento da força muscular como mecanismos ergogênicos promissores.
Tema de diversos estudos na área esportiva, a cafeína parece produzir efeitos benéficos tanto em esforços nos exercícios mais curtos e de alta intensidade até os esforços submáximos. Entre os mecanismos que podem explicar a melhora da performance estão:
- *Efeito poupador das reservas de glicogênio (combustível energético limitante em exercícios de endurance) durante a atividade física, provavelmente por elevar as taxas de ácidos graxos livres no sangue.
- *Estímulo do sistema nervoso central, aumentando o estado de alerta, estimulando a circulação sanguínea e o funcionamento cardíaco.
- *Estímulo da contração muscular, melhorando o desempenho em exercícios de alta intensidade e curta duração.
- Seus efeitos ergogênicos sobre a performance aparecem em doses da ordem de 3 a 5mg/kg, 1 hora antes do exercício, e foram observados, notadamente, em exercícios de endurance (longa duração), força e potência. Esses efeitos se embasam na capacidade que a cafeína tem em facilitar a liberação de epinefrina, estimular a vasodilatação, a lipólise, a glicogenólise, e funciona como um broncodilatador. O aumento da lipólise pode resultar em “glicogen sparing”, ou seja, um efeito poupador do glicogênio levando o atleta a resistir maior tempo ao exercício prolongado. Como inibidor da enzima fosfodiesterase, a cafeína pode pontecializar a ação do AMPc, elemento importante para conversão das fosforilases e da lipase hormônio sensível em suas formas ativas. Facilita a mobilização do cálcio do retículo sarcoplasmático e aumenta a sensibilidade das miofibrilas e das subunidades da troponina C a esse íon. Atua como antagonista competitivo dos receptores para adenosina, um depressor do SNC. Pesquisas recentes tem se voltado para seus efeitos no SNC e sobre o desenvolvimento da força muscular como mecanismos ergogênicos promissores.
”A cafeina faz com que o corpo recorra mais às gorduras do que à glicose para obter energia durante o treinamento.”
A cafeína pode ser combinada com outras substâncias, potencializando o seu efeitos. Algumas dessas substâncias são:
- Efedrina (uma das combinações mais eficazes, porém não deve ser feita sem acompanhamento médico);
- Teofilina (apesar de não recomendada, visto que ela terá basicamente o mesmo efeito no corpo do que a própria cafeína);
- Taurina;
- EGCG (presente no chá verde e que, em combinação com a cafeína vem apresentando ótimos resultados);
A cafeína pode ser combinada com outras substâncias, potencializando o seu efeitos. Algumas dessas substâncias são:
- Efedrina (uma das combinações mais eficazes, porém não deve ser feita sem acompanhamento médico);
- Teofilina (apesar de não recomendada, visto que ela terá basicamente o mesmo efeito no corpo do que a própria cafeína);
- Taurina;
- EGCG (presente no chá verde e que, em combinação com a cafeína vem apresentando ótimos resultados);
A Cafeína faz com que o corpo recorra mais às gorduras do que à glicose para obter energia durante o treinamento. No entanto, os efeitos da Cafeína se reduzem quando é ingerida juntamente com uma refeição rica em carboidratos. Beba uma ou duas xícaras de café aproximadamente duas horas antes de treinar, e ingira apenas gorduras saudáveis e proteínas caso a ingestão seja feita com uma refeição. Não utilize creme ou açúcar (que só aumentam as calorias e gorduras não desejadas), e evite beber café em outros horários do dia; isto faz com que não perca a sensibilidade do efeito termogênico da Cafeína.
Efeitos Colaterais
A cafeína é relativamente segura, mas as tolerâncias individuais variam e com isso pode haver efeitos colaterais. O consumo excessivo pode provocar rubor facial, ansiedade, nervosismo, tremor, insônia, e até mesmo, arritmias cardíacas e perda de memória. Além disso, pode ocorrer aumento da temperatura corporal, podendo prejudicar o desempenho em exercícios realizados em altas temperaturas. Por aumentar a diurese, a cafeína pode promover a desidratação.
Pessoas com problemas gástricos (gastrite, úlcera) ou com problemas cardiovasculares (hipertensão) não devem abusar de bebidas ricas em cafeína e muito menos suplementá-la.
Nunca faça o uso de substâncias dessa natureza (a não ser por alimentos) sem o devido acompanhamento profissional!
Fonte: tudosobremusculacao.com.br
A cafeína é relativamente segura, mas as tolerâncias individuais variam e com isso pode haver efeitos colaterais. O consumo excessivo pode provocar rubor facial, ansiedade, nervosismo, tremor, insônia, e até mesmo, arritmias cardíacas e perda de memória. Além disso, pode ocorrer aumento da temperatura corporal, podendo prejudicar o desempenho em exercícios realizados em altas temperaturas. Por aumentar a diurese, a cafeína pode promover a desidratação.
Pessoas com problemas gástricos (gastrite, úlcera) ou com problemas cardiovasculares (hipertensão) não devem abusar de bebidas ricas em cafeína e muito menos suplementá-la.
Nunca faça o uso de substâncias dessa natureza (a não ser por alimentos) sem o devido acompanhamento profissional!
Fonte: tudosobremusculacao.com.br
A dieta que emagrece 25 kg com cápsulas de cafeína
"Sequei 25 kg tomando cápsulas de cafeína. Elas tiram a fome, ajudam a queimar gordura e dão energia para malhar!", conta Camila Hoelz
Publicado em 21/10/2011
Kizzy Bortolo. Dona da história: Camila Hoelz, 28 anos, Rio de Janeiro, RJ
Conteúdo SOU MAIS EU!
Camila mede 1,60 m e foi dos 81 kg para os 56 kg
Foto: Rafael França / Arquivo Pessoal
Foto: Rafael França / Arquivo Pessoal
"O número 46 não saía da minha cabeça. Eu chegava até a sonhar com ele. Na verdade, eram pesadelos. É que dias antes eu tinha ido comprar uma calça jeans numa loja e a única que me serviu era tamanho 46. Quase caí para trás. Saí de lá e fui direto para uma farmácia me pesar. Fazia quase dois anos que eu não encarava uma balança. E o resultado não poderia ter sido pior: eu tinha batido os 81 kg! Foi um choque. Sabia que estava gordinha, mas não imaginava que o estrago havia chegado a esse ponto.
Com 22 anos, eu parecia uma aberração perto das outras garotas da minha idade. Me achava feia e não me preocupava em me vestir bem e me cuidar. Para mim, essa situação era ainda mais dolorosa porque eu já tinha sido magra e sabia como era me sentir bonita e admirada.
Com 22 anos, eu parecia uma aberração perto das outras garotas da minha idade. Me achava feia e não me preocupava em me vestir bem e me cuidar. Para mim, essa situação era ainda mais dolorosa porque eu já tinha sido magra e sabia como era me sentir bonita e admirada.
Eu era preguiçosa e indisciplinada
Foi apenas no final da adolescência que comecei a engordar. Eu estava ansiosa com os estudos e comia demais, principalmente doces. Para piorar, parei de praticar esportes.
Aí, virei um botijão. Uma vez, experimentei uma blusa numa loja e depois não conseguia mais tirá-la do corpo. Ela 'grudou' em mim. As vendedoras tiveram que me ajudar a desentalar. Passei um dos maiores vexames da minha vida...
Mas só caí na real mesmo quando cheguei ao tamanho 46. Eu precisava fazer alguma coisa para me salvar. E tentei de tudo. Procurei comer menos, fiz inúmeras dietas caseiras e até frequentei o grupo Vigilantes do Peso. Mas eu era indisciplinada e nada dava certo. Também me inscrevi numa academia para fazer exercícios, mas morria de preguiça e acabei abandonando.
Aí, em 2008, soube que uma amiga estava tomando cápsulas de cafeína. Ela me disse que o produto ajudava a queimar gordura e dava um pique danado para malhar. Era disso que eu precisava! Resolvi apostar na ideia! Voltei para a academia e passei a tomar duas cápsulas meia hora antes de malhar, todos os dias. Nossa, ganhei um pique inacreditável! Além de fazer musculação, também comecei a caminhar e a correr.
Aí, virei um botijão. Uma vez, experimentei uma blusa numa loja e depois não conseguia mais tirá-la do corpo. Ela 'grudou' em mim. As vendedoras tiveram que me ajudar a desentalar. Passei um dos maiores vexames da minha vida...
Mas só caí na real mesmo quando cheguei ao tamanho 46. Eu precisava fazer alguma coisa para me salvar. E tentei de tudo. Procurei comer menos, fiz inúmeras dietas caseiras e até frequentei o grupo Vigilantes do Peso. Mas eu era indisciplinada e nada dava certo. Também me inscrevi numa academia para fazer exercícios, mas morria de preguiça e acabei abandonando.
Aí, em 2008, soube que uma amiga estava tomando cápsulas de cafeína. Ela me disse que o produto ajudava a queimar gordura e dava um pique danado para malhar. Era disso que eu precisava! Resolvi apostar na ideia! Voltei para a academia e passei a tomar duas cápsulas meia hora antes de malhar, todos os dias. Nossa, ganhei um pique inacreditável! Além de fazer musculação, também comecei a caminhar e a correr.
Camila ficou linda e saiu na capa da revista SOUMAISEU!
Foto: Reprodução Revista SOUMAISEU!
Foto: Reprodução Revista SOUMAISEU!
Em 8 meses, perdi 25 kg e transformei meu corpo!
Para acelerar o processo, consultei uma nutricionista, que me recomendou uma dieta personalizada. Com um cardápio equilibrado, aprendi a consumir alimentos saudáveis e passei a comer menos. As cápsulas de cafeína foram parceiras importantes nesse processo, pois elas também diminuem o apetite.
Um mês depois, voltei à nutricionista. Ela me disse: 'Camila, agora você tem cintura! Está no caminho certo'. Aquilo soou como música para os meus ouvidos. Era a minha primeira vitória. Ganhei ainda mais gás para continuar em busca do corpo perfeito!
Com muita determinação e força de vontade, perdi incríveis 25 kg em oito meses! Foi uma transformação radical! Desde então, tudo mudou na minha vida. Virei uma pessoa superativa e vaidosa. Também passei a me sentir bonita e admirada. Sem os braços rechonchudos, comecei a usar regatas e camisetinhas de manga curta sem medo de ser feliz. Que delícia! Agora desfilo com um manequim 38 elegantérrimo e parei de ter pesadelos com o número 46. Xô, maldição!"
Um mês depois, voltei à nutricionista. Ela me disse: 'Camila, agora você tem cintura! Está no caminho certo'. Aquilo soou como música para os meus ouvidos. Era a minha primeira vitória. Ganhei ainda mais gás para continuar em busca do corpo perfeito!
Com muita determinação e força de vontade, perdi incríveis 25 kg em oito meses! Foi uma transformação radical! Desde então, tudo mudou na minha vida. Virei uma pessoa superativa e vaidosa. Também passei a me sentir bonita e admirada. Sem os braços rechonchudos, comecei a usar regatas e camisetinhas de manga curta sem medo de ser feliz. Que delícia! Agora desfilo com um manequim 38 elegantérrimo e parei de ter pesadelos com o número 46. Xô, maldição!"
Reduz a retenção de líquidos, diminui a fome e acelera o metabolismo
A cafeína tem efeitos muito positivos para o emagrecimento. Segundo a nutricionista Simone Souza, a substância acelera o metabolismo e estimula a quebra da gordura corporal. "Além de aumentar a energia e a disposição, ela também tem propriedades termogênicas. Ou seja, a cafeína é um queimador de gordura poderoso. Por isso, é indicada para quem busca redução de peso e medidas", explica.
E as vantagens não param por aí. "O produto ainda diminui o apetite e reduz a retenção de líquidos", revela a especialista. De acordo com a nutricionista Marcela Souza, o ideal é consumir cerca de 400 mg de cafeína por dia, pela manhã ou na hora do almoço. Mas ela adverte: "A cafeína em cápsulas deve ser consumida por pessoas que praticam esportes e fazem atividades físicas, pois nesses casos há gasto energético intenso e constante. Caso contrário, é melhor evitá-la".
Segundo Marcela Souza, pessoas com problemas cardíacos, pressão alta e mulheres grávidas devem evitar a ingestão excessiva de cafeína. Consumida com exagero, ela pode causar dor de cabeça, agitação, ansiedade e insônia. Para quem não quer usar as cápsulas, é possível optar pelo tradicional cafezinho ou pelo chá verde, que também possuem altas concentrações da substância. Veja como consumi-los abaixo:
A dose diária de cafeína para perder peso é de 400 mg. Isso equivale a:
· Cápsula: 2 cápsulas com 200 mg de cafeína
· Café: 5 xícaras (60 ml) de café
· Chá verde: 6 xícaras (200 ml) de de chá verde
E as vantagens não param por aí. "O produto ainda diminui o apetite e reduz a retenção de líquidos", revela a especialista. De acordo com a nutricionista Marcela Souza, o ideal é consumir cerca de 400 mg de cafeína por dia, pela manhã ou na hora do almoço. Mas ela adverte: "A cafeína em cápsulas deve ser consumida por pessoas que praticam esportes e fazem atividades físicas, pois nesses casos há gasto energético intenso e constante. Caso contrário, é melhor evitá-la".
Segundo Marcela Souza, pessoas com problemas cardíacos, pressão alta e mulheres grávidas devem evitar a ingestão excessiva de cafeína. Consumida com exagero, ela pode causar dor de cabeça, agitação, ansiedade e insônia. Para quem não quer usar as cápsulas, é possível optar pelo tradicional cafezinho ou pelo chá verde, que também possuem altas concentrações da substância. Veja como consumi-los abaixo:
A dose diária de cafeína para perder peso é de 400 mg. Isso equivale a:
· Cápsula: 2 cápsulas com 200 mg de cafeína
· Café: 5 xícaras (60 ml) de café
· Chá verde: 6 xícaras (200 ml) de de chá verde
Produtos
Foto: Divulgação
1. Cafeína Age, com 120 cápsulas de 210 mg, da Nutrilatina, R$ 96,45*
2. Caffeine Thermo Fast, com 90 cápsulas de 210 mg, da Milly, na Homem da Terra, R$ 56,90*
3. Cafeína Body Nutrition, com 90 cápsulas de 420 mg, da Gauer do Brasil, R$ 70*
4. Cafeína em Cápsulas, com 90 cápsulas de 100 mg, da Dalissa, R$ 29,90*
3. Cafeína Body Nutrition, com 90 cápsulas de 420 mg, da Gauer do Brasil, R$ 70*
4. Cafeína em Cápsulas, com 90 cápsulas de 100 mg, da Dalissa, R$ 29,90*
Combate à depressão
Embora seja o componente mais conhecido do café, a cafeína constitui apenas uma parte de sua composição total. E é menos do que muita gente pensa, pois um grão normal tem de 0,8% a 2,5% de cafeína. Nem por isso deixa de ser parte importante desse alimento, com sua devida participação sobre os efeitos no metabolismo e nas reações orgânicas.
Embora seja o componente mais conhecido do café, a cafeína constitui apenas uma parte de sua composição total. E é menos do que muita gente pensa, pois um grão normal tem de 0,8% a 2,5% de cafeína. Nem por isso deixa de ser parte importante desse alimento, com sua devida participação sobre os efeitos no metabolismo e nas reações orgânicas.
Uma das ações da cafeína se dá sobre os quadros de depressão. E, nesse sentido, o café parece ser um aliado importante no combate à doença. “A cafeína é um estimulante do sistema nervoso central e, em pequenas doses, pode trazer uma sensação de bem-estar, disposição e ânimo”, pondera Ricardo Borges, nutrólogo e coordenador do Centro de Nutrologia e Nutrição Clínica de Ribeirão Preto.
Quando a bebida viciaA estudante Mariana Monteiro, de 20 anos, que o diga. Ela não consome café com exagero. Apenas uma xícara de manhã e outra no fim da tarde. Mas faz questão de ter sua dose de ânimo diariamente. “É um prazer indescritível. Eu me sinto mais disposta e até mais bem humorada”, conta.
No entanto, quando Mariana não tem à disposição sua costumeira xícara, que é bem quente, forte e com pouquíssimo açúcar, os efeitos são totalmente adversos. “Quando fico sem tomar café, a primeira coisa que sinto é uma dor de cabeça relativamente fraca, mas chata. Fico muito malhumorada, sem paciência e inquieta”, revela a estudante.
É comum que as pessoas habituadas a tomar doses diárias de café relatem dor de cabeça quando não o consomem. Segundo Borges, “a cafeína causa dependência física. O corpo precisa dela e, se não a ingere, a pessoa passa por um período de abstinência”.
Tratando-se ainda do sistema nervoso, também há indícios de que a cafeína possa reduzir a incidência da doença de Alzheimer. Porém, estudos nessa direção ainda são experimentais, feitos com animais, e não é possível especular sobre os mesmos efeitos em seres humanos.


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